Na rotina da vida
Passa por ti e faz-se notar
De uma forma despercebida
Numa loja, na rua,
Na imprensa e televisão
Está em qualquer lado
Para onde quer que vás
Encontra-lo onde menos esperas
Em cada recanto
Passas sem perceber
Pelo sol que te faz despertar
Cresce a tua sede de querer,
Emerge a tua necessidade
Do desconhecido que precisas para te inovar
Diz-te o que precisas para viver
Vive inovando-se reinventando-se
Para melhor chegar até ti,
Para saber o que queres, como queres
Podes pertencer a um nicho
Ou ao consumo massificado
Nada passa ao lado do marketing,
Ciência das marcas e de marcar
Que vive da criatividade
Trazendo o futuro ao mercado
Marisa V
A "Alma em Papel" é um misto de sentimentos, vivências e imaginação trancritos para poemas, textos ou simples frases soltas. No fundo consiste num mar de palavras do oceano da vida, levadas nas correntes da Alma de quem as escreve
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Razão de viver!
À três anos,
Não sabia o que queria da vida,
A três anos,
Vivia no dilema da vida,
Vivia uma aflição,
De não saber o que queria ser na vida!
A minha cabeça era uma confusão,
Não sabia o que escolher,
Apenas me guiei pelo coração,
Descobrindo o que quero ser,
Conduzindo-me à minha razão de viver,
A minha eterna paixão,
Que quero para sempre viver!
É na pista de dança,
Que vivo a agitação,
É no palco do teatro,
Que vivo a criatividade,
É na sala,
Que vivo o trabalho,
É num pavilhão de festa,
Que vivo a diversão
É em qualquer lugar,
Que vivo uma enorme satisfação,
Fazendo a vida de alguém,
Uma melhor recordação!
Luto por um sorriso,
Luto por uma pessoa,
Que merece mais, que um sorriso,
Mais que um abraço,
Mais que um pé de dança,
Mais que uma mão estendida,
Merecem-me!
É no recinto da agitação,
Que perco a noção do tempo,
Alegrando cada coração,
À medida da velocidade do tempo!
À três anos, não sabia o queria, desta vida,
Hoje sei bem, o que quero,
Encontrei o caminho certo, da minha vida,
Hoje luto pelo que quero,
Não baixo os braços,
Não desisto,
Ergo os braços,
E persisto,
Em busca do meu lugar nesta vida,
Que é junto de vocês meus meninos,
Os idosos, que fazem da minha vida,
A minha razão de viver!
Susana V
Não sabia o que queria da vida,
A três anos,
Vivia no dilema da vida,
Vivia uma aflição,
De não saber o que queria ser na vida!
A minha cabeça era uma confusão,
Não sabia o que escolher,
Apenas me guiei pelo coração,
Descobrindo o que quero ser,
Conduzindo-me à minha razão de viver,
A minha eterna paixão,
Que quero para sempre viver!
É na pista de dança,
Que vivo a agitação,
É no palco do teatro,
Que vivo a criatividade,
É na sala,
Que vivo o trabalho,
É num pavilhão de festa,
Que vivo a diversão
É em qualquer lugar,
Que vivo uma enorme satisfação,
Fazendo a vida de alguém,
Uma melhor recordação!
Luto por um sorriso,
Luto por uma pessoa,
Que merece mais, que um sorriso,
Mais que um abraço,
Mais que um pé de dança,
Mais que uma mão estendida,
Merecem-me!
É no recinto da agitação,
Que perco a noção do tempo,
Alegrando cada coração,
À medida da velocidade do tempo!
À três anos, não sabia o queria, desta vida,
Hoje sei bem, o que quero,
Encontrei o caminho certo, da minha vida,
Hoje luto pelo que quero,
Não baixo os braços,
Não desisto,
Ergo os braços,
E persisto,
Em busca do meu lugar nesta vida,
Que é junto de vocês meus meninos,
Os idosos, que fazem da minha vida,
A minha razão de viver!
Susana V
terça-feira, 17 de abril de 2012
Amizade fenomenal
Não é preciso uma presença constante
Não é preciso uma conversa diária
Para saber que posso contar
Com aquelas pessoas especiais,
Amigos do coração,
Sem darmos conta
Já não passávamos uns sem os outros,
Tornámo-nos os melhores amigos,
Companheiros de luta
Criámos um mundo especial
Que só nos o estendíamos,
Só nós o conhecíamos
São expressões privadas,
Olhares trocados
Sem palavras para dizer
O que vai na mente
De cada um,
Basta olhar
Para perceber
Foram momentos, histórias
Que ficarão para sempre
Gravados na nossa mente,
Tatuados no coração.
Não é preciso uma conversa diária
Para saber que posso contar
Com aquelas pessoas especiais,
Amigos do coração,
Amizade fenomenal
Que foi crescendo
Que foi crescendo
De uma forma tão natural,
Já não passávamos uns sem os outros,
Tornámo-nos os melhores amigos,
Companheiros de luta
Criámos um mundo especial
Que só nos o estendíamos,
Só nós o conhecíamos
São expressões privadas,
Olhares trocados
Sem palavras para dizer
O que vai na mente
De cada um,
Basta olhar
Para perceber
Foram momentos, histórias
Que ficarão para sempre
Gravados na nossa mente,
Tatuados no coração.
Marisa V
Viver é lutar até vencer!
Nascemos sem pedir,
Morremos sem querer,
Temos o dever,
De viver,
O intervalo entre nascer e morrer!
Nascemos sem saber quem somos,
Vamos juntos aprendendo,
O que realmente somos,
Nesta vida, que vamos vivendo,
Procurando sustento!
Nascemos sem saber,
O que vamos ter,
Juntos vamos aprender,
Conviver e conhecer,
O que existe para viver!
Nascemos sem saber o que queremos,
Desta vida que vamos conhecendo,
À medida que vamos crescendo,
Percebemos o que queremos,
Caminhando no sentido,
Que queremos!
Nascemos sem certezas,
Procuramos alegrias,
Esquecemos as tristezas,
Dos nossos dias!
Nasci e vivo,
Lutando pelo que quero,
Nasci e vivo,
Lutando pelo futuro,
Que mais quero!
Morremos sem querer,
Temos o dever,
De viver,
O intervalo entre nascer e morrer!
Nascemos sem saber quem somos,
Vamos juntos aprendendo,
O que realmente somos,
Nesta vida, que vamos vivendo,
Procurando sustento!
Nascemos sem saber,
O que vamos ter,
Juntos vamos aprender,
Conviver e conhecer,
O que existe para viver!
Nascemos sem saber o que queremos,
Desta vida que vamos conhecendo,
À medida que vamos crescendo,
Percebemos o que queremos,
Caminhando no sentido,
Que queremos!
Nascemos sem certezas,
Procuramos alegrias,
Esquecemos as tristezas,
Dos nossos dias!
Nasci e vivo,
Lutando pelo que quero,
Nasci e vivo,
Lutando pelo futuro,
Que mais quero!
Susana V
domingo, 15 de abril de 2012
Opção do desespero
Estou aqui em baixo,
Vejo o mundo a viver
Pessoas a correr de um lado para o outro,
Carros, comboios e tudo o mais
Vejo vida desperdiçada
Na correria do dia à dia
Sem lhe ser dada o devido valor
Pessoas passam pela vida
Como passam por mim
Desviam-se do que acham insignificante
Desviam-se e só olham de raspam
Quando algo lhe incomoda
E é obrigado a olhar
Eu estou aqui só
Sentado no chão
A esticar-te a mão,
Mas como me podes ajudar
Se nem a ti te ajudas?!
Eu estou aqui só
Desprezado a um canto,
Mas como me podes dar atenção
Se até a ti desprezas
Nessa tua correria,
Nessa tua monotonia infeliz
A que chamas viver
Eu também fui assim
Andei de um lado para o outro a correr
Sem valorizar o que de melhor tinha,
A minha família, a minha casa
A minha vida para lá do trabalho
Mas um dia tudo acabou
O trabalho desapareceu
E tudo o resto se desvaneceu
Na vida que nunca vivi
Fiquei sem casa, sem nada
A família?! Essa há muito que estava abandonada
Sem bem dar por isso
Abdiquei dos que me rodeavam
Abandonei-me a mim próprio
Hoje estou aqui
No meio da rua
Peço a tua ajuda,
Uma só moeda,
Um só sorriso
Mas não te olho,
Não quero ser reconhecido,
Não quero que vejam os meus olhos
Inchados de lágrimas
Envergonhados desta forma de vida,
A última opção de qualquer um,
A única opção vinda do desespero!
Vejo o mundo a viver
Pessoas a correr de um lado para o outro,
Carros, comboios e tudo o mais
Vejo vida desperdiçada
Na correria do dia à dia
Sem lhe ser dada o devido valor
Pessoas passam pela vida
Como passam por mim
Desviam-se do que acham insignificante
Desviam-se e só olham de raspam
Quando algo lhe incomoda
E é obrigado a olhar
Eu estou aqui só
Sentado no chão
A esticar-te a mão,
Mas como me podes ajudar
Se nem a ti te ajudas?!
Eu estou aqui só
Desprezado a um canto,
Mas como me podes dar atenção
Se até a ti desprezas
Nessa tua correria,
Nessa tua monotonia infeliz
A que chamas viver
Eu também fui assim
Andei de um lado para o outro a correr
Sem valorizar o que de melhor tinha,
A minha família, a minha casa
A minha vida para lá do trabalho
Mas um dia tudo acabou
O trabalho desapareceu
E tudo o resto se desvaneceu
Na vida que nunca vivi
Fiquei sem casa, sem nada
A família?! Essa há muito que estava abandonada
Sem bem dar por isso
Abdiquei dos que me rodeavam
Abandonei-me a mim próprio
Hoje estou aqui
No meio da rua
Peço a tua ajuda,
Uma só moeda,
Um só sorriso
Mas não te olho,
Não quero ser reconhecido,
Não quero que vejam os meus olhos
Inchados de lágrimas
Envergonhados desta forma de vida,
A última opção de qualquer um,
A única opção vinda do desespero!
Marisa V
A adrenalina, chamou-nos!
Está uma noite fria,
O vento sopra,
A chuva que por vezes aparece,
Tornando esta noite fria,
Uma noite de inverno,
Uma noite que devia ficar em casa,
Enrolado numa manta, a ver um filme,
Mas não me apetece,
É uma noite fria,
É uma noite de sábado,
Que vou sair,
Para me divertir!
Saiu com o relógio, a marcar a uma da manhã,
A hora marcada,
Para te ir buscar,
Oh amigo de longa data,
Alinhas- te comigo,
Neste inicio da manhã,
Traçamos juntos o nosso caminho,
Nesta noite, que estava a bombar!
O nosso destino foi um bar,
Bebemos, talvez sem pensar,
Dançamos sem querer saber do tempo,
Vivemos a noite fria, sempre a bombar,
Não paramos no tempo,
Para sequer pensar!
Decidimos sair do bar,
Fomos viver outras aventuras temerosas,
Nas estradas perigosas, sem sequer pensar!
A adrenalina chamava mais alto,
Pisar o risco, viver o perigo,
Era o ponto alto,
Não pensamos,
Não agimos,
Não cuidamos de nós,
A voz chamo-nos mais alto,
Para o abismo!
Acabamos por seguir na onda da adrenalina,
Esquecendo tudo,
Apenas vivemos a adrenalina,
Acabando por, pôr um fim à nossa vida!
Hoje penso,
Porque arrisquei a minha vida, por um minuto!?
Hoje sinto,
A dor que causei, a quem deixei,
Hoje penso,
Hoje que é tarde,
Hoje que só os vejo sofrer,
Pela minha má cabeça,
A minha cabeça que não pensou,
Apenas brincou,
Naquela noite fria de sábado!
Susana V
O vento sopra,
A chuva que por vezes aparece,
Tornando esta noite fria,
Uma noite de inverno,
Uma noite que devia ficar em casa,
Enrolado numa manta, a ver um filme,
Mas não me apetece,
É uma noite fria,
É uma noite de sábado,
Que vou sair,
Para me divertir!
Saiu com o relógio, a marcar a uma da manhã,
A hora marcada,
Para te ir buscar,
Oh amigo de longa data,
Alinhas- te comigo,
Neste inicio da manhã,
Traçamos juntos o nosso caminho,
Nesta noite, que estava a bombar!
O nosso destino foi um bar,
Bebemos, talvez sem pensar,
Dançamos sem querer saber do tempo,
Vivemos a noite fria, sempre a bombar,
Não paramos no tempo,
Para sequer pensar!
Decidimos sair do bar,
Fomos viver outras aventuras temerosas,
Nas estradas perigosas, sem sequer pensar!
A adrenalina chamava mais alto,
Pisar o risco, viver o perigo,
Era o ponto alto,
Não pensamos,
Não agimos,
Não cuidamos de nós,
A voz chamo-nos mais alto,
Para o abismo!
Acabamos por seguir na onda da adrenalina,
Esquecendo tudo,
Apenas vivemos a adrenalina,
Acabando por, pôr um fim à nossa vida!
Hoje penso,
Porque arrisquei a minha vida, por um minuto!?
Hoje sinto,
A dor que causei, a quem deixei,
Hoje penso,
Hoje que é tarde,
Hoje que só os vejo sofrer,
Pela minha má cabeça,
A minha cabeça que não pensou,
Apenas brincou,
Naquela noite fria de sábado!
sábado, 14 de abril de 2012
Tenho tanto sentimento!
Tenho tanto sentimento
Que é frequente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.
Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.
Fernando Pessoa
Que é frequente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.
Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.
Fernando Pessoa
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Pequenos pormenores
Posso parecer distante,
Que não me importo com nada
E a nada me prendo
Mas a verdade,
É que guardo cada momento, cada palavra
Guardo todos os pequenos pormenores
Aquelas conversas tolas sem sentido
Aqueles instantes distantes do mundo,
Numa outra dimensão
Sei de cor cada conversa
Que tivemos
Cada mensagem, cada desenho
Que partilhamos
São essas pequenas insignificâncias
Que caem no esquecimento
Mas que eu dou a importância,
É nelas que me concentro
Quando a saudade aperta
Quando a tristeza desperta
No meio de um dia aborrecido
Como tantos outros desde o nosso último adeus
Que não me importo com nada
E a nada me prendo
Mas a verdade,
É que guardo cada momento, cada palavra
Guardo todos os pequenos pormenores
Aquelas conversas tolas sem sentido
Aqueles instantes distantes do mundo,
Numa outra dimensão
Sei de cor cada conversa
Que tivemos
Cada mensagem, cada desenho
Que partilhamos
São essas pequenas insignificâncias
Que caem no esquecimento
Mas que eu dou a importância,
É nelas que me concentro
Quando a saudade aperta
Quando a tristeza desperta
No meio de um dia aborrecido
Como tantos outros desde o nosso último adeus
Marisa V
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Olhar vazio
Varro o quarto com um olhar vazio
Perdido nas memorias,
Nas tristes recordações
Encontro na parede branca ao fundo
O mesmo olhar, o mesmo vazio
Como num espelho do tempo
Que me leva numa viagem temporal
Até à remota tenra idade
Onde tudo era novidade
A novidade passou a normal,
Normalidade banal
No crescimento inevitável
As diferenças hoje são notáveis
Cresci, vivi, aprendi a viver
Já não sou aquela pequena
Que vive na fotografia da parede
Que eu olho sem ligar dia após dia
Dessa pequena bebé
Só sobrou aquele olhar
Vazio, assustado
À procura do desconhecido
Com a experiência do passado vivido
Conheço as regras do jogo, as leis da vida
Responsabilidades que crescem
À medida que o tempo passa,
Que os anos sucedem
Fica a incerteza do destino
Onde as regras mudam sem pedir
Tumultos de vida sem sentido
Com todo um mundo a descobrir
Como a menina da fotografia
Ingénua, indefesa
Choro perante o desconhecido
Num desgosto sofrido
Com um olhar negro assustado
Temo o que o futuro trará
Vivendo na corda bamba
Na incerteza de cair desamparada
No futuro incerto da ambiguidade
Ou de ficar caída no passado certo
Vivendo assombrada na saudade
Perdido nas memorias,
Nas tristes recordações
Encontro na parede branca ao fundo
O mesmo olhar, o mesmo vazio
Como num espelho do tempo
Que me leva numa viagem temporal
Até à remota tenra idade
Onde tudo era novidade
A novidade passou a normal,
Normalidade banal
No crescimento inevitável
As diferenças hoje são notáveis
Cresci, vivi, aprendi a viver
Já não sou aquela pequena
Que vive na fotografia da parede
Que eu olho sem ligar dia após dia
Dessa pequena bebé
Só sobrou aquele olhar
Vazio, assustado
À procura do desconhecido
Com a experiência do passado vivido
Conheço as regras do jogo, as leis da vida
Responsabilidades que crescem
À medida que o tempo passa,
Que os anos sucedem
Fica a incerteza do destino
Onde as regras mudam sem pedir
Tumultos de vida sem sentido
Com todo um mundo a descobrir
Como a menina da fotografia
Ingénua, indefesa
Choro perante o desconhecido
Num desgosto sofrido
Com um olhar negro assustado
Temo o que o futuro trará
Vivendo na corda bamba
Na incerteza de cair desamparada
No futuro incerto da ambiguidade
Ou de ficar caída no passado certo
Vivendo assombrada na saudade
Marisa V
Sopro Musical!
O dia voo com o vento,
Que durante todo o dia soprou e soprou,
Fazendo as folhas dançarem,
Enroladas na dança do vento,
Fazendo as pessoas voarem,
No seu pensamento!
Soprava bem alto,
Era um sopro musical,
Que se tornou num teatro musical,
Neste dia onde o vento foi,
O actor principal do musical,
Onde a agitação do mar,
Era o palco principal!
Todos nós eram os espectarores,
Deste musical,
Onde assistíamos à dança das folhas,
À cantoria do vento,
À beldade do agitado mar,
Que fizeram deste dia,
Um grande musical!
O vento sopra com garra,
Levando o dia à sua frente,
Deixando para trás a noite sem graça,
Que agora se apresenta!
O dia voo com o vento
A noite aterrou com o silêncio,
Que nos leva a sonhar ,
Que nos deixa no silêncio,
A escrever sem pensar,
Sem perder tempo,
Nesta noite estrelada sem vento!
Que durante todo o dia soprou e soprou,
Fazendo as folhas dançarem,
Enroladas na dança do vento,
Fazendo as pessoas voarem,
No seu pensamento!
Soprava bem alto,
Era um sopro musical,
Que se tornou num teatro musical,
Neste dia onde o vento foi,
O actor principal do musical,
Onde a agitação do mar,
Era o palco principal!
Todos nós eram os espectarores,
Deste musical,
Onde assistíamos à dança das folhas,
À cantoria do vento,
À beldade do agitado mar,
Que fizeram deste dia,
Um grande musical!
O vento sopra com garra,
Levando o dia à sua frente,
Deixando para trás a noite sem graça,
Que agora se apresenta!
O dia voo com o vento
A noite aterrou com o silêncio,
Que nos leva a sonhar ,
Que nos deixa no silêncio,
A escrever sem pensar,
Sem perder tempo,
Nesta noite estrelada sem vento!
Susana V
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