Um cruzar de braços,
Torna um momento fenomenal
Construindo um laço,
Tão singelo e natural,
Entre duas pessoas que se cruzaram
Ficando entrelaçadas num laço…
Nos braços entrelaços,
Sente-se o quentinho do aconchego,
Sente-se o carinho do amigo,
Que nos oferece seus braços,
Dando-nos o melhor casaco,
O casaco do aconchego amigo…
Um abraço, é uma prova de amor,
Que prova, que em algum momento,
Foste especial, um ser essencial,
Na vida dos outros braços,
Que guardaram algo especial de ti,
No seu pensamento…
Às vezes pergunto-me:
O que fiz de tão especial, para merecer tal acto!?
É uma pergunta, sem resposta concreta,
Há qual eu tento responder:
Talvez, aos meus olhos, não fiz nada de especial,
Mas aos olhos do outro abraço, fiz algo de muito especial,
Que talvez, eu não saiba dar valor,
Talvez tenha dado, um simples sorriso,
A quem á muito tempo, não via uma cara alegre,
Talvez tenha dado, uns dedos de conversa,
A quem á muito não conversava,
Talvez tenha sido, uma fonte de compreensão,
Que á muito era escassa, na vida dos outros braços…
Talvez tenha colmatado a falta de afectos,
À muito sentida, pelos braços carentes…
Não sei a resposta,
Mas também não quero saber,
Só sei que o abraço,
Foi o melhor casaco,
Que o homem inventou,
Sem saber o que estava a fazer,
Sem saber, criou e formou
Um laço,
Entre dois corpos,
Unidos por quatro fitas,
As fitas quentes,
Do calor humano…
O abraço será sempre
A melhor confeccão que o homem criou,
A que estará na frente,
Combatendo a carência que alguém deixou…
Susana V
A "Alma em Papel" é um misto de sentimentos, vivências e imaginação trancritos para poemas, textos ou simples frases soltas. No fundo consiste num mar de palavras do oceano da vida, levadas nas correntes da Alma de quem as escreve
terça-feira, 19 de junho de 2012
Aconchego Especial...
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Estrela angelical
A estrada está vazia
Só aquele carro circula
A noite vai alta
A velocidade ainda mais
Mas porquê?
Pressa, cansaço,
Prazer, distração,
Ou até mesmo diversão
Não sei, não sabe ninguém
Nunca se irá saber
O que aconteceu?
Porque aconteceu?
De repente
Surge outro carro
Vindo de uma outra direção
Terá sido esse o problema?
Ou seria problemas do carro?
E esses problemas,
Seriam conhecidos por ti?
Provavelmente não
Muitas são as dúvidas
Que ficarão por esclarecer
Daquela madrugada obscura,
Daqueles segundos tenebrosos
Que me roubaram o teu ar sorridente,
A tua força de viver,
Meu anjo da guarda
Que me ensinaste a acreditar
E foi por ti que sempre acreditei
Desde a triste manhã
Em que recebi a triste noticia
Que não havia muita esperança
Num futuro teu
Até ao último minuto
Em que estiveste entre nós
Acreditei porque te adoro
Acreditei porque, como dirias, acreditar
É algo que ninguém me pode tirar
Acreditei porque tu sempre acreditaste
Mas quando soube que foi o fim
Não aguentei
Foi-se toda a fé, todas as crenças
Caiu tudo
O meu mundo caiu, desabou
Não podia ter recebido noticia pior
Não podia sentir mais um pingo de dor
Pois nunca me senti tão arrasada,
Tão perdida
Chorei até não ter mais lágrimas
E mesmo assim continuei a soluçar
Nunca tinha perdido assim alguém
Nunca sofri tanto por mais ninguém
Não consegui aceitar,
Todos me diziam que era melhor assim,
Que ias ficar bem melhor,
Num sítio melhor
Mas ninguém que me disse isso
Tinha por ti uma gota de admiração
Da que eu, ainda tenho
E sempre terei
Eras tão puro,
Tão natural,
Eras um anjo na terra
E agora és o meu anjo no céu
O teu sorriso contagiante
Continua a fazer-me sorrir
A tua maneira de ser,
O teu ar angelical
Estarão sempre presentes
Não és alguém que se possa esquecer
És uma estrela especial
Que me marcou,
Que me mudou
És a minha estrela angelical.
És a minha estrela angelical.
Marisa V
sábado, 16 de junho de 2012
Quero aproveitar-te…
A vida são momentos,
Os momentos são experiências,
As experiencias são vivências,
As vivências são a minha vida…
Quero ter momentos de lazer,
Descontrair e até ler,
Quero ter momentos para aprender,
Que me ajude a perceber,
A vida que estou a viver…
Quero ter experiências de vida,
Quero conviver,
Quero conhecer novas vidas,
Quero aproveitar a vida,
Quero aproveitar tudo, o que ela me dá,
Quero arrepender-me do que fiz,
Não quero arrepender me do que não fiz,
Quero ter vivências boas, quanto mais melhor,
Vivências más, quando nemos bem melhor,
Mas quero-as na mesma,
Preciso delas, para saber dar valor,
Às boas vivências,
Preciso delas para me tornar forte…
Para amadurecer e crescer…
Da vida não quero muito,
Quero apenas momentos,
Que me tragam experiências,
Que me tragam vivências,
Quero apenas aproveitar,
O que a vida me coloca na frente,
Quero aproveitar,
Todos os momentos, que ela me proporciona..
Quero saber que fiz,
Mal ou bem, mas fiz,
Quero saber que participei,
Mesmo gostando ou não, mas participei,
Quero saber que fui,
Sendo em vão, mas fui,
Que saber que vivi,
Momentos bons ou maus, mas aproveitei-os,
Cada momento, uma aprendizagem,
Cada experiencia, uma recordação
Cada vivência, uma lição de vida…
Os momentos são experiências,
As experiencias são vivências,
As vivências são a minha vida…
Quero ter momentos de lazer,
Descontrair e até ler,
Quero ter momentos para aprender,
Que me ajude a perceber,
A vida que estou a viver…
Quero ter experiências de vida,
Quero conviver,
Quero conhecer novas vidas,
Quero aproveitar a vida,
Quero aproveitar tudo, o que ela me dá,
Quero arrepender-me do que fiz,
Não quero arrepender me do que não fiz,
Quero ter vivências boas, quanto mais melhor,
Vivências más, quando nemos bem melhor,
Mas quero-as na mesma,
Preciso delas, para saber dar valor,
Às boas vivências,
Preciso delas para me tornar forte…
Para amadurecer e crescer…
Da vida não quero muito,
Quero apenas momentos,
Que me tragam experiências,
Que me tragam vivências,
Quero apenas aproveitar,
O que a vida me coloca na frente,
Quero aproveitar,
Todos os momentos, que ela me proporciona..
Quero saber que fiz,
Mal ou bem, mas fiz,
Quero saber que participei,
Mesmo gostando ou não, mas participei,
Quero saber que fui,
Sendo em vão, mas fui,
Que saber que vivi,
Momentos bons ou maus, mas aproveitei-os,
Cada momento, uma aprendizagem,
Cada experiencia, uma recordação
Cada vivência, uma lição de vida…
Susana V
quinta-feira, 14 de junho de 2012
É a minha luz
Moeda ao ar
O que é que a sorte vai ditar?
Tudo a postos,
Soa o apita inicial,
A bola já roda
Num vaivém para a frente, para trás,
Bola rasteira, bola alta,
Drible, remata
Defende, contra-ataca
É o tudo ou nada,
É jogar para ganhar,
É torcer para vencer
Com o coração sempre a bater
De tanto sofrer
É um misto de emoções
É alegria, entusiasmo
Quando a vantagem está do nosso lado
É tristeza, frustração
Quando a sorte começa a virar
Vibro a cada minuto
Sigo cada passo, cada jogada
Reclamo cada falha
Festejo cada golo
Sou treinadora de bancada
Berro, incentivo
Ao jogadores por quem torço
Grito, protesto
Ao árbitro (in)correto
Sou rapariga, e depois?
Não vivo sem futebol
Quer achem bem ou mal,
Sou adepta ferrenha
Entrego-me de alma e coração
A esta minha paixão,
A muitos olhos, estranha
Mas para mim tão especial
É o meu calmante mesmo que a sofrer
É vício, é estímulo
É pertença, é união
É um grito de golo
É um festejo de vitória
É ser campeã mesmo sem ganhar
É ter prazer só de ver um bom jogo
É orgulho, é vida
É partilha, é sonho e realidade
É glorioso que me seduz
É futebol, é a minha luz.
Marisa V
Inspiro teu cheiro…
Num inspirar profundo,
Sinto o teu cheiro salgado,
Sinto a tua brisa fresca,
Que faz voar meus cabelos,
No ar que respiro,
No ar que deito,
Expiro a felicidade,
De quem ama o teu cheiro,
O teu perfume salgado…
Há muito que esperava este momento,
De eterno encantamento,
De terna frescura que levo na alma,
Deste grande momento,
Deste inspirar e expirar,
Que me deixa levar,
Pelo teu encanto,
Pela tua leveza,
De dança,
De movimento,
Que me fascina,
A cada momento…
É a sua melodia,
A minha música,
O seu cheiro,
O meu perfume,
As suas pedras,
As minhas baterias,
Que levo nos bolsos,
Enchendo minha alma,
De calma,
A calma que preciso,
A tranquilidade que necessito,
Para enfrentar os dias,
Com um sorriso na face,
Por vezes molhada, com doce das lágrimas…
Inspiro o teu cheiro,
Sinto o teu cheiro salgado,
Sinto a tua brisa fresca,
Que faz voar meus cabelos,
No ar que respiro,
No ar que deito,
Expiro a felicidade,
De quem ama o teu cheiro,
O teu perfume salgado…
Há muito que esperava este momento,
De eterno encantamento,
De terna frescura que levo na alma,
Deste grande momento,
Deste inspirar e expirar,
Que me deixa levar,
Pelo teu encanto,
Pela tua leveza,
De dança,
De movimento,
Que me fascina,
A cada momento…
É a sua melodia,
A minha música,
O seu cheiro,
O meu perfume,
As suas pedras,
As minhas baterias,
Que levo nos bolsos,
Enchendo minha alma,
De calma,
A calma que preciso,
A tranquilidade que necessito,
Para enfrentar os dias,
Com um sorriso na face,
Por vezes molhada, com doce das lágrimas…
Inspiro o teu cheiro,
Que me leva à alma tranquilidade,
Expiro o ar que não tem cheiro,
Que leva de mim,
Tudo o que não me traz felicidade…
Inspiro coisas boas,
Expiro coisas más,
Inspiro-te e guardo-te,
Perfumando minha vida,
Enchendo minha alma…
Expiro o ar que não tem cheiro,
Que leva de mim,
Tudo o que não me traz felicidade…
Inspiro coisas boas,
Expiro coisas más,
Inspiro-te e guardo-te,
Perfumando minha vida,
Enchendo minha alma…
Susana V
terça-feira, 12 de junho de 2012
Praia de sempre
Num passeio à beira-mar
Salto, danço,
Lavo a minha alma
É o seu cheiro,
A sua essência
Que me acalma.
Que me alenta
Nesta praia de sempre
Esqueço o que me atormenta
Encaro o mar de frente
Fitando o seu mistério
Uma metáfora da minha vivência
É guerra, é paz,
É ódio, é amor,
É turbulência, é esplendor,
É o mal, é o bem
O que ele me faz,
O que ele me transmite
Não consegue ninguém
Faz-me seguir em frente sem me empurrar,
Embala-me sem me abraçar,
Aconselha-me sem me falar,
Limpa-me as lágrimas sem me tocar.
Salto, danço,
Lavo a minha alma
É o seu cheiro,
A sua essência
Que me acalma.
Que me alenta
Nesta praia de sempre
Esqueço o que me atormenta
Encaro o mar de frente
Fitando o seu mistério
Uma metáfora da minha vivência
É guerra, é paz,
É ódio, é amor,
É turbulência, é esplendor,
É o mal, é o bem
O que ele me faz,
O que ele me transmite
Não consegue ninguém
Faz-me seguir em frente sem me empurrar,
Embala-me sem me abraçar,
Aconselha-me sem me falar,
Limpa-me as lágrimas sem me tocar.
Marisa V
Cidade estranha...
Sou um estranho,
Passeando numa cidade,
Que não é a minha,
Sou um estranho,
Olhando para o lado,
Observando a cidade,
Com olhos,
De pessoa estranha,
Olhando para o estranho,
Que é a cidade…
Sou um estranho,
Passeando pelos paralelos,
Olhando ao redor,
Vendo estranhos adormecidos,
Junto aos paralelos,
Passeando numa cidade,
Que não é a minha,
Sou um estranho,
Olhando para o lado,
Observando a cidade,
Com olhos,
De pessoa estranha,
Olhando para o estranho,
Que é a cidade…
Sou um estranho,
Passeando pelos paralelos,
Olhando ao redor,
Vendo estranhos adormecidos,
Junto aos paralelos,
Que piso,
Junto aos bancos de madeira,
Que me sento,
Observando a tranquilidade,
Destes estranhos que dormem,
Enquanto os restantes estranhos,
Vivem em redor,
Em plena agitação do dia,
Olho para estes que para mim, são estranhos,
Que para os restantes estranhos,
São meras habituais moradores de rua…
Sou um estranho, no meio dos estranhos,
Que me interrogo:
Quem dorme na rua, dormirá por opção,
Ou por falta de opção?!
Sou um estranho aos outros,
Não habito nesta cidade,
Vivo numa aldeia com outros,
Que para mim me trazem mais felicidade,
Que esta cidade,
Que de felicidade nada tem,
Tem sim, pobreza,
Tem sim, poluição,
Tem sim, falta de civismo,
Tem sim, multidão de gente,
Sem educação…
Sou um estranho numa cidade,
Para muitos, perfeita,
Sou um estranho numa cidade,
Para muitos, digna de se viver,
Sou um estranho numa cidade,
Que para mim não tem espaço,
Que para mim não serviria para eu viver…
Não serve para viver,
Não pelos estranhos que dormem na rua,
Esses não incomodam ninguém,
Desses tenho compaixão,
E se fosse preciso dar-lhes-ia um pedaço de pão,
Não serve para viver,
Pela poluição,
Pela falta de civismo,
Que se vê instalada em cada esquina,
Pela falta de educação,
Que se vê em cada pessoa,
Pelo stresse diário,
Que se sente em cada rua,
Pela falta do verde verdejante,
Que não se sente,
Pela falta do perfume do campo,
Que não se cheira,
Pela falta da melodia do mar,
Que não se ouve…
Serei sempre um estranho,
Numa cidade que para mim não foi criada…
Susana V
Junto aos bancos de madeira,
Que me sento,
Observando a tranquilidade,
Destes estranhos que dormem,
Enquanto os restantes estranhos,
Vivem em redor,
Em plena agitação do dia,
Olho para estes que para mim, são estranhos,
Que para os restantes estranhos,
São meras habituais moradores de rua…
Sou um estranho, no meio dos estranhos,
Que me interrogo:
Quem dorme na rua, dormirá por opção,
Ou por falta de opção?!
Sou um estranho aos outros,
Não habito nesta cidade,
Vivo numa aldeia com outros,
Que para mim me trazem mais felicidade,
Que esta cidade,
Que de felicidade nada tem,
Tem sim, pobreza,
Tem sim, poluição,
Tem sim, falta de civismo,
Tem sim, multidão de gente,
Sem educação…
Sou um estranho numa cidade,
Para muitos, perfeita,
Sou um estranho numa cidade,
Para muitos, digna de se viver,
Sou um estranho numa cidade,
Que para mim não tem espaço,
Que para mim não serviria para eu viver…
Não serve para viver,
Não pelos estranhos que dormem na rua,
Esses não incomodam ninguém,
Desses tenho compaixão,
E se fosse preciso dar-lhes-ia um pedaço de pão,
Não serve para viver,
Pela poluição,
Pela falta de civismo,
Que se vê instalada em cada esquina,
Pela falta de educação,
Que se vê em cada pessoa,
Pelo stresse diário,
Que se sente em cada rua,
Pela falta do verde verdejante,
Que não se sente,
Pela falta do perfume do campo,
Que não se cheira,
Pela falta da melodia do mar,
Que não se ouve…
Serei sempre um estranho,
Numa cidade que para mim não foi criada…
Susana V
sábado, 9 de junho de 2012
Saber sonhar
Hoje tive um sonho diferente!
Sonhei que tinha uma vida agitada
Um tanto parecida
Com a que já tive um dia
Era uma vida normal
Com amigos especiais,
Colegas banais
Era uma vida como tantas outras
Com momentos de tranquilidade,
Com situações controversas
Uma vida preenchida
De sorrisos e gargalhadas,
De lágrimas e gritos
Uma vida de altos e baixos
Com alegrias e boas emoções
Com zaragatas e discussões
Hoje tive um sonho com uma vida minha
Repleta de coisas boas e coisas más,
Um sonho com uma vida
Onde era feliz
Mas quando acordei
Senti uma tristeza desconfortável
Uma angústia frustrante
Por não ter sido um sonho perfeito, pensei
Mas afinal não era esse o motivo
Depois de pensar percebi
Que era por já não ter aquela vida
E a tristeza, essa era só saudade
Depois pensei:
“Se era um sonho porque não era perfeito?”
E foi então que percebi
Que todos os sonhos
Têm um quê de imperfeitos
Que a vida é toda ela, um sonho,
Só precisamos de o saber sonhar!
Marisa V
Um gesto...
Um pequeno gesto simbólico,
Enfeita tua face, Não é mera simbólico,
É o teu cartão-de-visita,
O cartão que mora na tua face,
Esteja ela triste ou alegre,
É ele que visita,
Quem se cruza,
No seu caminho….
É um pequeno gesto,
Que sem dar-mos conta,
Movimentamos num só gesto,
Setenta e três músculos,
Na nossa face, enfeitada,
Com um só gesto…
É o sorriso que enfeita tua face,
Todos nós somos possuidores de sorrisos,
Porém nem todos sorriem…
Sorrir não significa felicidade
Chorar não significa tristeza,
Chorar ninguém ensina,
Nasces sabendo,
Sorrir a vida ensina,
Vives aprendendo,
A sorrir para a vida,
Vives ganhando uma ferramenta,
Que enfrenta o choro,
Vives aprendendo,
A viver…
Quem sabe sorrir,
Sabe viver..
Sorri para a vida,
Para que ela possa sorrir para ti…
Susana V
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Sonhos enigmas
O que sonho?
Porque sonho?
Como sonho?
Porque é que sonho o que sonho?
O sonho é sonhado
Num estado inconsciente
E vem do meu subconsciente
E o que é o subconsciente
Para além do consciente meio esquecido
Que já fora parte da realidade
Em algum momento
Mas porquê?
Porque é que vou buscar
Ao meu inconsciente
Tais momentos, sentimentos
Alguns já conscientemente esquecidos
Os sonhos são e sempre serão
Um mistério por desvendar
Podem arranjar explicações
Tentar dar-lhes significados
A verdade é que nunca serão desvendados
Muitas das vezes nem chegam a ser descobertos
Que algum dia foram sonhados
Sonho toda a vez que durmo
Sonho sem dar conta
No meio do meu sono mais profundo,
Sonho e sinto-o no sono leve
Antes de um acordar
Ah sonhos magia
Porque sonho?
Como sonho?
Porque é que sonho o que sonho?
O sonho é sonhado
Num estado inconsciente
E vem do meu subconsciente
E o que é o subconsciente
Para além do consciente meio esquecido
Que já fora parte da realidade
Em algum momento
Mas porquê?
Porque é que vou buscar
Ao meu inconsciente
Tais momentos, sentimentos
Alguns já conscientemente esquecidos
Os sonhos são e sempre serão
Um mistério por desvendar
Podem arranjar explicações
Tentar dar-lhes significados
A verdade é que nunca serão desvendados
Muitas das vezes nem chegam a ser descobertos
Que algum dia foram sonhados
Sonho toda a vez que durmo
Sonho sem dar conta
No meio do meu sono mais profundo,
Sonho e sinto-o no sono leve
Antes de um acordar
E até esses posso não saber
Como ou com quem foram
Pois a única recordação que guardo
Ao abrir os olhos no despertar
É a sensação de cansaço
De uma existência de imagens vãs
Que me atormentam nessas manhãs
Ah sonhos enigmas
Que me deixam estigmas
Por não os compreender,
Por não os saber.
Como ou com quem foram
Pois a única recordação que guardo
Ao abrir os olhos no despertar
É a sensação de cansaço
De uma existência de imagens vãs
Que me atormentam nessas manhãs
Ah sonhos enigmas
Que me deixam estigmas
Por não os compreender,
Por não os saber.
Ah sonhos magia
Que me cativam
Por serem minha fantasia
Por simplesmente os sonhar
Marisa V
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