A família de sangue é a base da vida,
Aquela que não escolhemos,
Aquela em que nascemos,
No seu seio...
Família de acolhimento,
É a familia que escolhemos,
São os amigos que queremos na nossa vida
Família é um nucleo de pessoas,
Unidas fazendo o bem umas às outras,
Família é aquela em que te sintas bem,
Seja de sangue ou de acolhimento,
Família és tu que escolhes…
A familia são pessoas e as pessoas são humanos,
Dotados de capacidades e fragilidades,
São possuidores de amor e amizade,
Humanos são possuidores de afectos,
Que devemos retribuir,
São possuidores de carências, que devemos colmatar,
São possuidores de capacidades que as devemos aproveitar,
São possuidores de fragilidades que as devemos acalmar,
São possuidores de braços que devemos abraçar ,
Todos quantos se cruzam na nossa vida,
Todos quantos se cruzam e ficam pertencendo à nossa grande familia...
Familia és tu que decides,
És tu que decides os elementos que queres,
Integrar no nucleo familiar,
És tu que decides, com quem queres,
Partilhar teus momentos de festejar,
Alguma vitória,
Partilhar teus momentos a chorar,
De alguma tristeza,
Partilhar teus momentos de VIDA!
Escolhe teus amigos,
Constrói tua família...
Susana V
A "Alma em Papel" é um misto de sentimentos, vivências e imaginação trancritos para poemas, textos ou simples frases soltas. No fundo consiste num mar de palavras do oceano da vida, levadas nas correntes da Alma de quem as escreve
terça-feira, 31 de julho de 2012
Escolhes a tua...
Reduzida a incertezas
Não consigo respirar
Estou sufocada por todas as barbaridades da vida
Que nada são em comparação com tantos outros
Mas à falta desses tais
Que me são indiferentes por não os sentir
Sofro sufocada com as que me atacam
Que por sua vez e por mais pequenas que sejam
Aos olhos de quem as possa ver
Para mim já são demais
Onde está o anjo da guarda
Quando o fado nos dá uma estalada?
Onde está o abraço amigo
Quando o amigo desaparece?
Onde está a estrela guia
Quando a noite escuridão fica ainda mais nublada?
Onde está tudo quando nada se tem?
Onde estão todos quando não se tem ninguém?
Num sentimento louco que me descontrola
Sinto-me claustrofobicamente encurralada
Pelas infinitas questões enfermas
Que se multiplicam sem respostas
Curvo-me ajoelhada perante um ponto de interrogação,
O meu monstro das trevas
Desencadeador de todas as minhas guerras
É “ses”, é “porquês”, é “quem”, é “quais”, é “ondes”, é “quandos”
Caio frágil, impotente
Na revolta padecente
Onde despertam os meus diabretes
Esvoaçando à minha volta enchendo-me de tonturas
Com todas as suas diabruras
Sinto-me reduzida a incertezas
Não sou doce como uma princesa,
Não sou fria como um cadete
Não sou nada e tenho tudo
Não sou tudo e tenho nada
Abandonada no meio da multidão
Mal acompanhada na minha própria solidão
Estou sufocada por todas as barbaridades da vida
Que nada são em comparação com tantos outros
Mas à falta desses tais
Que me são indiferentes por não os sentir
Sofro sufocada com as que me atacam
Que por sua vez e por mais pequenas que sejam
Aos olhos de quem as possa ver
Para mim já são demais
Onde está o anjo da guarda
Quando o fado nos dá uma estalada?
Onde está o abraço amigo
Quando o amigo desaparece?
Onde está a estrela guia
Quando a noite escuridão fica ainda mais nublada?
Onde está tudo quando nada se tem?
Onde estão todos quando não se tem ninguém?
Num sentimento louco que me descontrola
Sinto-me claustrofobicamente encurralada
Pelas infinitas questões enfermas
Que se multiplicam sem respostas
Curvo-me ajoelhada perante um ponto de interrogação,
O meu monstro das trevas
Desencadeador de todas as minhas guerras
É “ses”, é “porquês”, é “quem”, é “quais”, é “ondes”, é “quandos”
Caio frágil, impotente
Na revolta padecente
Onde despertam os meus diabretes
Esvoaçando à minha volta enchendo-me de tonturas
Com todas as suas diabruras
Sinto-me reduzida a incertezas
Não sou doce como uma princesa,
Não sou fria como um cadete
Não sou nada e tenho tudo
Não sou tudo e tenho nada
Abandonada no meio da multidão
Mal acompanhada na minha própria solidão
Marisa V
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Segredo da Poesia...
Das palavras vulgares,
Que à na vida,
Escrevo frases singulares,
Da minha singela vida…
Das frases simples,
Que construo
Escrevo estrofes,
Verdadeiras e simples,
Que com elas construo,
A poesia…
Poesia é expressão,
No papel colorido ou branco,
É expressão escrita,
Que abre nosso coração,
Transparecendo a pureza,
O branco,
A cor pura,
Que decora o coração…
Poesia é fluida,
De quem a escreve de coração,
Não por obrigação,
É fluida, não tem regra,
De quem a escreve com satisfação,
Não por ser a única opção,
Mas sim, por ser a opção.
Entre todas as outras,
Que leva à libertação,
Da alma…
Poesia é escrita com coração,
E tudo o que é escrito e dito,
Do fundo do coração,
É puro….
Poesia flui no papel branco,
Preenchido com pedaços de tinta,
Desenhada pela força da razão,
Que desenha a verdade que vive no coração,
Que desenha as mais puras palavras,
Que à na vida,
Escrevo frases singulares,
Da minha singela vida…
Das frases simples,
Que construo
Escrevo estrofes,
Verdadeiras e simples,
Que com elas construo,
A poesia…
Poesia é expressão,
No papel colorido ou branco,
É expressão escrita,
Que abre nosso coração,
Transparecendo a pureza,
O branco,
A cor pura,
Que decora o coração…
Poesia é fluida,
De quem a escreve de coração,
Não por obrigação,
É fluida, não tem regra,
De quem a escreve com satisfação,
Não por ser a única opção,
Mas sim, por ser a opção.
Entre todas as outras,
Que leva à libertação,
Da alma…
Poesia é escrita com coração,
E tudo o que é escrito e dito,
Do fundo do coração,
É puro….
Poesia flui no papel branco,
Preenchido com pedaços de tinta,
Desenhada pela força da razão,
Que desenha a verdade que vive no coração,
Que desenha as mais puras palavras,
Que a leva à emoção e recordação da vida...
Tudo o que é fluido é verdadeiro
Poesia é sempre verdadeira,
Para o poeta que escreve
De mente aberta para o mundo,
De coração aberto para o papel…
Tudo o que é fluido é verdadeiro,
Tudo o que é de coração é puro…
Susana V
Tudo o que é fluido é verdadeiro
Poesia é sempre verdadeira,
Para o poeta que escreve
De mente aberta para o mundo,
De coração aberto para o papel…
Tudo o que é fluido é verdadeiro,
Tudo o que é de coração é puro…
Susana V
Perdida desde que te perdi
Sinto-me perdida
Desde que te perdi
Traço palavras bonitas
Escrevo sorrisos inspiradores
Mas por trás de cada entrelinha
Da felicidade forçada
Há lágrimas de tristeza e saudade
Tento desfrutar do presente
Tento encontrar um futuro
Mas é no passado que habita
A minha alma sorridente
É no passado que tu marcaste
E à vida me roubaste
Como quem rouba uma rosa de um jardim
E a deixa caída à beira do caminho
Até ela murchar por não ter onde beber
Assim sou eu abandonada e murcha
Com sede do alento que me deste
Rodeada de vida que até me pode regar
Mas cuja água não me consegue saciar
Pois só a tua me sacia
Peço aos céus que te tragam de volta,
O meu pensamento, o meu coração
Pertencem-te a cada segundo da noite e do dia
Tem encontrar em quem me rodeia
Um ponto ou outro em comum
Com uma ou outra característica tua
Ninguém me conhece como tu conheceste,
Ninguém me toca como o conseguiste,
Ninguém me olha como tu me entendeste,
Ninguém me tem como tu me possuíste
Fizeste-me ser quem sou
Vestiste-me de luz e cor
Abandonaste-me sem qualquer despedida
Levaste a minha alma, a minha luz, a minha cor
Deixaste-me perdida
Como hoje ainda estou nua
Sem nenhuma ternura tua
Desde que te perdi
Traço palavras bonitas
Escrevo sorrisos inspiradores
Mas por trás de cada entrelinha
Da felicidade forçada
Há lágrimas de tristeza e saudade
Tento desfrutar do presente
Tento encontrar um futuro
Mas é no passado que habita
A minha alma sorridente
É no passado que tu marcaste
E à vida me roubaste
Como quem rouba uma rosa de um jardim
E a deixa caída à beira do caminho
Até ela murchar por não ter onde beber
Assim sou eu abandonada e murcha
Com sede do alento que me deste
Rodeada de vida que até me pode regar
Mas cuja água não me consegue saciar
Pois só a tua me sacia
Peço aos céus que te tragam de volta,
O meu pensamento, o meu coração
Pertencem-te a cada segundo da noite e do dia
Tem encontrar em quem me rodeia
Um ponto ou outro em comum
Com uma ou outra característica tua
Ninguém me conhece como tu conheceste,
Ninguém me toca como o conseguiste,
Ninguém me olha como tu me entendeste,
Ninguém me tem como tu me possuíste
Fizeste-me ser quem sou
Vestiste-me de luz e cor
Abandonaste-me sem qualquer despedida
Levaste a minha alma, a minha luz, a minha cor
Deixaste-me perdida
Como hoje ainda estou nua
Sem nenhuma ternura tua
Marisa V
domingo, 29 de julho de 2012
A vida é uma surpresa!
Hoje acordei,
Sabendo perfeitamente, o que ia fazer do meu dia,
Iria ter um dia, igual ao de sete dias a traz,
No mesmo sitio em que estive à 168 horas,
Junto das pessoas com quem estive à 10080 minutos…
Sabendo perfeitamente, o que ia fazer do meu dia,
Iria ter um dia, igual ao de sete dias a traz,
No mesmo sitio em que estive à 168 horas,
Junto das pessoas com quem estive à 10080 minutos…
Mas o certo, não é certo perfeitamente,
Porque a vida, encarrega-se de mudar o nosso rumo,
Num simples segundo.
Hoje não estive com quem esperada,
Estive com quem nem esperava estar,
Porque a vida, encarrega-se de mudar o nosso rumo,
Num simples segundo.
Hoje não estive com quem esperada,
Estive com quem nem esperava estar,
Estive com uns tesouros, com quem estive à 3 meses,
Estive com uma perola, com quem estive à 41 dias
Num simples segundo,
A vida traçou, minha felicidade,
Colocou no meu caminho,
As pessoas de quem tenho muita estima,
As pessoas com quem foi muito feliz,
Muito feliz, vários dias,
Sem conta, porque a conta é infinita,
Só tem o sinal de somar,
O igual não teve nem terá,
Para finalizar a contar que nunca findará…
Estive com quem não esperada,
Neste dia, que nada esperava,
Hoje digo, a vida encarrega-se de colocar,
No nosso caminho, as pessoas com quem nos devemos cruzar,
Hoje digo, a vida dá momentos,
Que devemos agarrar,
Hoje digo, a vida é uma surpresa!
Estive com uma perola, com quem estive à 41 dias
Num simples segundo,
A vida traçou, minha felicidade,
Colocou no meu caminho,
As pessoas de quem tenho muita estima,
As pessoas com quem foi muito feliz,
Muito feliz, vários dias,
Sem conta, porque a conta é infinita,
Só tem o sinal de somar,
O igual não teve nem terá,
Para finalizar a contar que nunca findará…
Estive com quem não esperada,
Neste dia, que nada esperava,
Hoje digo, a vida encarrega-se de colocar,
No nosso caminho, as pessoas com quem nos devemos cruzar,
Hoje digo, a vida dá momentos,
Que devemos agarrar,
Hoje digo, a vida é uma surpresa!
Susana V
Livre no crer
Estou rodeada de espelhos falsos
Que me iludem com características erradas
Do que sou e do que vejo
Uns dizem-me alta, outros baixa
Uns veem-me gorda, outros esquelética
Todos criam-me deformada
Dos padrões da sociedade padronizada
Numa realidade passivamente massificada
Farto-me de todos estes padrões
Parto os espelhos sem medos de superstições
Ideias mitos sem nexo
Que fazem parecer tudo tao complexo
Viro costas às opiniões
Que crescem como ervas daninhas
Espalham-se por aqui e por ali
Nunca estão sozinhas
Embaciando tudo o que vi
Vivo agora para só mim
Longe da prisão visão
Rotulagem de outrem
Que não passa de uma miragem
Que não me adequa a ninguém
Vivo sem rótulos
Dou-me ao mundo a pensar
Como é existir assim
Longe de paradigmas estereotipados
Que nos fazem sentir culpados
De sermos quem somos
De termos ido onde fomos
Vou ao fundo da questão
Não sou animal de estimação
Domesticado ao olhar de quem me tem
Porque eu sou minha
Não de mais não sei quem
Não sou gueto, nem gótica
Não sou paz, nem neurótica
Não sou guerra, nem espiritual
Não sou um bicho, nem normal
Não sou de homem, nem de mulher
Sou o que eu quiser
Para quem me querer
Esteja eu onde estiver
Estou livre do meu ser
Para ser livre no crer
Marisa V
sábado, 28 de julho de 2012
Página pesada
Gostava de ter uma borracha
Que apagasse o que sinto
Assim como se apaga
Um erro escrito a lápis
Mas tu marcaste-me como ninguém
Escreveste o teu nome a caneta
Vermelha, pensei eu
Vermelho a cor do amor
Mas essa cor escureceu
Tornou-se preta
Preto a cor da dor
A dor de não te ter
A dor que não consigo apagar
Tento virar a página
Para continuar a viver
Para continuar a escrever
Mas esta página é pesada
E não tenho força para a virar
É como se algo a empurrasse
E não a deixasse mexer
É a voz do meu coração
A lutar contra a minha razão
Luta que não consigo vencer.
Que apagasse o que sinto
Assim como se apaga
Um erro escrito a lápis
Mas tu marcaste-me como ninguém
Escreveste o teu nome a caneta
Vermelha, pensei eu
Vermelho a cor do amor
Mas essa cor escureceu
Tornou-se preta
Preto a cor da dor
A dor de não te ter
A dor que não consigo apagar
Tento virar a página
Para continuar a viver
Para continuar a escrever
Mas esta página é pesada
E não tenho força para a virar
É como se algo a empurrasse
E não a deixasse mexer
É a voz do meu coração
A lutar contra a minha razão
Luta que não consigo vencer.
Marisa V
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Mistério Encantador...
Hoje estou deitada,
No areal da vida,
Hoje sinto um formigueiro,
Nos pés descalços,
Assentes na areia espalhada,
Pelas ondas manda-as por um feiticeiro,
Dando abraços,
Aos vagos da areia molhada…
Estou estendida,
Na toalha sobre a areia,
Estou de olhos fechados,
Apenas vejo o vermelhão,
A cor do sol,
O calor do verão,
A única cor,
Que atinge minha visão…
Permaneço minutos após minutos,
Embrulhada na melodia suave,
Das ondas aos abraços com a areia,
Rodeada de pensamentos,
De como as ondas suaves,
Chegam e vão,
Sem dizerem de onde vem,
Sem explicarem para onde vão…
Aparecem vindas, não sei de onde,
Chegam à nossa beira,
E rebentam,
Recuam não sei para onde,
Vão, mas deixam a marca,
Da sua presença,
A espuma que se forma,
Na beirinha da água,
Que ninguém sabe onde se transforma,
Só se sabe que é espuminha,
Deixada pelas ondas misteriosas…
São dias após dias,
Que permaneço deitada,
Ou mesmo sentada,
A olhar para tal mistério,
A observar tal magia
Que é o nascer da onda…
As questões ficam, sem resposta,
O mistério permanece, sem desfecho,
As ondas continuarão a cantar.
O mar continuará sem feicho,
Para fechar o mistério,
Que tende a encantar…
A vida é um mistério,
No areal da vida,
Hoje sinto um formigueiro,
Nos pés descalços,
Assentes na areia espalhada,
Pelas ondas manda-as por um feiticeiro,
Dando abraços,
Aos vagos da areia molhada…
Estou estendida,
Na toalha sobre a areia,
Estou de olhos fechados,
Apenas vejo o vermelhão,
A cor do sol,
O calor do verão,
A única cor,
Que atinge minha visão…
Permaneço minutos após minutos,
Embrulhada na melodia suave,
Das ondas aos abraços com a areia,
Rodeada de pensamentos,
De como as ondas suaves,
Chegam e vão,
Sem dizerem de onde vem,
Sem explicarem para onde vão…
Aparecem vindas, não sei de onde,
Chegam à nossa beira,
E rebentam,
Recuam não sei para onde,
Vão, mas deixam a marca,
Da sua presença,
A espuma que se forma,
Na beirinha da água,
Que ninguém sabe onde se transforma,
Só se sabe que é espuminha,
Deixada pelas ondas misteriosas…
São dias após dias,
Que permaneço deitada,
Ou mesmo sentada,
A olhar para tal mistério,
A observar tal magia
Que é o nascer da onda…
As questões ficam, sem resposta,
O mistério permanece, sem desfecho,
As ondas continuarão a cantar.
O mar continuará sem feicho,
Para fechar o mistério,
Que tende a encantar…
A vida é um mistério,
Nunca totalmente desvendado…
Susana V
Mudei
Mudei.
Já não sou mais a menina inocente
Aquela que não percebe nada
Não sabe quem é nem o que quer.
Agora sou uma mulher,
Não sei para onde vou,
Mas sei para onde quero ir.
Sei o que pensar,
O que sentir,
O que ouvir…
Mudei os gostos
As cores, os amigos,
A música!
Não tenho um estilo qualquer,
Tenho o estilo do meu ser.
Mas há algo que não muda,
Há algo que perdura,
As minhas raízes,
Os meus ídolos principais,
Para todos os momentos ideias.
Talvez não tenha mudado tanto assim,
Talvez tenha redescoberto o que há em mim.
Na profundidade do meu ser,
Quem eu amo não quero perder.
Já não sou mais a menina inocente
Aquela que não percebe nada
Não sabe quem é nem o que quer.
Agora sou uma mulher,
Não sei para onde vou,
Mas sei para onde quero ir.
Sei o que pensar,
O que sentir,
O que ouvir…
Mudei os gostos
As cores, os amigos,
A música!
Não tenho um estilo qualquer,
Tenho o estilo do meu ser.
Mas há algo que não muda,
Há algo que perdura,
As minhas raízes,
Os meus ídolos principais,
Para todos os momentos ideias.
Talvez não tenha mudado tanto assim,
Talvez tenha redescoberto o que há em mim.
Na profundidade do meu ser,
Quem eu amo não quero perder.
Marisa V
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Caixinha Misteriosa...
Estava eu a arrumar o sótão,
Quando uma vi uma caixa de cartão,
Que me chamou à atenção…
Fui até ela,
Abri cuidadosamente,
A caixa misteriosa,
Abria suando uma melodia,
Bela e grandiosa…
Uma musica de encantar,
Que suava suavemente
No meu ouvido,
Que encantou meu coração,
Com o seu refrão:
“Lucky I'm in love with my best friend
Lucky to have been where I have been
Lucky to be coming home again”
Com a balada da musica,
Perdi-me a descobrir,
No que naquela caixa existia,
Descobri grandes corações,
Alguns bonequinhos,
Várias estrelas,
E umas asas…
Descobri objectos diversos,
Tentei perceber sua ligação,
Com o embalar da canção,
Até que decidi experimentar as asas,
Experimentei-as e voei…
Voei bem alto,
Sentando-me na estrela,
Que ilumina a noite,
Sentei-me nos braços da lua,
Que devagarinho baloiçava,
Sentei-me no colo da rainha da noite,
No baloiço da música…
Baloiçava a lua,
Ao som da melodia,
Que ouvia cá de baixo,
Do sótão,
Que tinha a bela melodia,
Guardada para este dia,
De luar…
Eu sentada, permanecia encantada,
Pelo belo que é a noite,
Pelo fantástico que é o céu,
Pela lua fascinada,
Com música que a caixa cantada…
Lá de cima,
Ouvia o mar,
Que tanto me sabe acalmar,
Tal como a melodia,
Que hoje oiço tocar,
Da caixa que à pouco estava a limpar…
E a música embalava minha noite,
Com o seu sentimento puro,
De quem a sente verdadeiramente no coração…
Ouvia –a olhando para as estrelas,
Vendo cada amigo por detrás delas,
Fazendo um bonequinho,
Na minha cabecinha,
Formando o amigo,
Que por de trás da estrela se esconde…
Lucky I'm in love with my best friend
Lucky to have been where I have been
Lucky to be coming home again
Lucky we're in love in every way
Lucky to have stayed where we have stayed
Lucky to be coming home someday
Quando uma vi uma caixa de cartão,
Que me chamou à atenção…
Fui até ela,
Abri cuidadosamente,
A caixa misteriosa,
Abria suando uma melodia,
Bela e grandiosa…
Uma musica de encantar,
Que suava suavemente
No meu ouvido,
Que encantou meu coração,
Com o seu refrão:
“Lucky I'm in love with my best friend
Lucky to have been where I have been
Lucky to be coming home again”
Com a balada da musica,
Perdi-me a descobrir,
No que naquela caixa existia,
Descobri grandes corações,
Alguns bonequinhos,
Várias estrelas,
E umas asas…
Descobri objectos diversos,
Tentei perceber sua ligação,
Com o embalar da canção,
Até que decidi experimentar as asas,
Experimentei-as e voei…
Voei bem alto,
Sentando-me na estrela,
Que ilumina a noite,
Sentei-me nos braços da lua,
Que devagarinho baloiçava,
Sentei-me no colo da rainha da noite,
No baloiço da música…
Baloiçava a lua,
Ao som da melodia,
Que ouvia cá de baixo,
Do sótão,
Que tinha a bela melodia,
Guardada para este dia,
De luar…
Eu sentada, permanecia encantada,
Pelo belo que é a noite,
Pelo fantástico que é o céu,
Pela lua fascinada,
Com música que a caixa cantada…
Lá de cima,
Ouvia o mar,
Que tanto me sabe acalmar,
Tal como a melodia,
Que hoje oiço tocar,
Da caixa que à pouco estava a limpar…
E a música embalava minha noite,
Com o seu sentimento puro,
De quem a sente verdadeiramente no coração…
Ouvia –a olhando para as estrelas,
Vendo cada amigo por detrás delas,
Fazendo um bonequinho,
Na minha cabecinha,
Formando o amigo,
Que por de trás da estrela se esconde…
Lucky I'm in love with my best friend
Lucky to have been where I have been
Lucky to be coming home again
Lucky we're in love in every way
Lucky to have stayed where we have stayed
Lucky to be coming home someday
O ultimo refrão da bela melodia,
Dá por fim, este dia,
Dando –me novamente as asas,
Para regressar ao sótão,
Com a certeza do significado,
De tais objectos,
Encontrados na caixa de cartão…
As asas servem para voarmos,
Em direção aos amigos,
Que são as estrelas que brilham,
Não só na escuridão da noite,
Mas também na luz do dia,
São nas estrelas,
Que vemos os bonequinhos,
Vemos as formas dos amigos,
Que nos enchem de miminhos,
Que nos dão todo o carinho,
Que nos enchem o coração de amizade,
O sitio ideal onde vivem os amigos,
No coração…
Lucky I'm in love with my best friend
Lucky to have been where I have been
Susana V
Dá por fim, este dia,
Dando –me novamente as asas,
Para regressar ao sótão,
Com a certeza do significado,
De tais objectos,
Encontrados na caixa de cartão…
As asas servem para voarmos,
Em direção aos amigos,
Que são as estrelas que brilham,
Não só na escuridão da noite,
Mas também na luz do dia,
São nas estrelas,
Que vemos os bonequinhos,
Vemos as formas dos amigos,
Que nos enchem de miminhos,
Que nos dão todo o carinho,
Que nos enchem o coração de amizade,
O sitio ideal onde vivem os amigos,
No coração…
Lucky I'm in love with my best friend
Lucky to have been where I have been
Susana V
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