Estou escondida
Estou mais refugiada
Ainda não decidi
Se quero ser encontrada
Por vezes não quero
Afinal quem não gosta de ser encontrado?
Outras mudo de ideias,
Não quero das satisfações
São sempre tão feias,
Tão expostas
Então espero
O tempo trará as respostas
Marisa V
A "Alma em Papel" é um misto de sentimentos, vivências e imaginação trancritos para poemas, textos ou simples frases soltas. No fundo consiste num mar de palavras do oceano da vida, levadas nas correntes da Alma de quem as escreve
domingo, 30 de dezembro de 2012
Tu, mudas o ano...
O ano muda,
Mas não muda sozinho
Tu é que o fazes mudar,
Tu é que o fazes rodar,
Consoante as metas que queres alcançar…
O ano muda,
Mas não vem de bagagem,
Cheia de amor e alegria,
Tu é que a cada dia,
Tens de lutar por uma alegria,
Tu é que cada dia,
Tens de lutar por um amor,
Tu é que a cada dia,
Podes mudar o ano…
O ano muda,
Mas não sabe o que queres,
Não sabe pelo que lutas,
Não sabe o que desejas,
Ele é um mero numero,
Acompanhado por muitos dias,
Os 365 dias, que te dá,
Para mudares a tua vida…
O ano muda,
Muda porque o fazes mudar,
Muda porque és tu, que tens de lutar,
Para que amanhã haja o que festejar…
Susana V
Mas não muda sozinho
Tu é que o fazes mudar,
Tu é que o fazes rodar,
Consoante as metas que queres alcançar…
O ano muda,
Mas não vem de bagagem,
Cheia de amor e alegria,
Tu é que a cada dia,
Tens de lutar por uma alegria,
Tu é que cada dia,
Tens de lutar por um amor,
Tu é que a cada dia,
Podes mudar o ano…
O ano muda,
Mas não sabe o que queres,
Não sabe pelo que lutas,
Não sabe o que desejas,
Ele é um mero numero,
Acompanhado por muitos dias,
Os 365 dias, que te dá,
Para mudares a tua vida…
O ano muda,
Muda porque o fazes mudar,
Muda porque és tu, que tens de lutar,
Para que amanhã haja o que festejar…
Susana V
Sorrir
“Sorri quando a dor te torturar
a saudade atormentar
os teus dias tristonhos vazios
a saudade atormentar
os teus dias tristonhos vazios
Sorri quando tudo terminar,
quando nada mais restar
do teu sonho encantador.
Sorri quando o sol perder a luz
e sentires uma cruz
nos teus ombros cansados doridos.
Sorri vai mentindo a tua dor
E ao notar que tu sorris,
Todo mundo irá supor
Que és FELIZ.”
Charles Chaplin
quando nada mais restar
do teu sonho encantador.
Sorri quando o sol perder a luz
e sentires uma cruz
nos teus ombros cansados doridos.
Sorri vai mentindo a tua dor
E ao notar que tu sorris,
Todo mundo irá supor
Que és FELIZ.”
Charles Chaplin
sábado, 29 de dezembro de 2012
Já nada é como era
Porque é que tinhas de mudar?
Porque é que tinhas de ficar assim?
Eu sei que nada é eterno,
Que à medida que passa o tempo
As coisas vão mudando,
Tudo vai piorando
Já nada é como era
Sei que é inevitável
Mas podias ser mais estável
Cresci contigo a meu lado
Sempre pronta a ajudar
Sempre disponível para me apoiar
Hoje já mal te conheço,
Olho para trás
E já não consigo me rever
Os bons momentos passados
Olho para a frente
E por mais que tente
O que eu consigo prever
É mais pura escuridão
Tenho medo
Não sei com lidar com a situação
Não sei o que dizer, o que fazer
Tudo o que faça ou diga
Tu censuras
Sinto-me marcada pela caneta vermelha
Com que rasgas o meu coração
Por te estares a tornar noutra pessoa
Por não suportar viver contigo
E eu tentei,
Eu tento ainda
Quantas vezes respiro fundo…
Quantas vezes me calo…
E cada silêncio meu
Perdido em mais um ataque teu
É-me como um estalo
Que me deita ao chão
O chão…
Nem chão tenho
Já não sei onde me amparar
Sou das tuas vítimas preferidas
Eu que sempre estive aqui
Ao pé de ti
Quando te sempre queixaste
De estares sozinha
Mas é assim
Diz que são os mais próximos que mais sofrem
Os outros apenas permanecem
Na ignorância do que eu sofro
Os outros são uns santos sem altar
Eu, nós somos as odes de malfadar
O aglomerado de todos os defeitos
Padecentes dos teus feitos
Quero fugir
Mas não tenho para onde
Quero-me afastar
Preciso de te não ouvir
Preciso da paz que me tiraste
Que me tiras todos os dias
Com todas as tuas manias
De me criticar
Fazes-me sentir que este não é o meu lugar
Porque é que tinhas de ficar assim?
Eu sei que nada é eterno,
Que à medida que passa o tempo
As coisas vão mudando,
Tudo vai piorando
Já nada é como era
Sei que é inevitável
Mas podias ser mais estável
Cresci contigo a meu lado
Sempre pronta a ajudar
Sempre disponível para me apoiar
Hoje já mal te conheço,
Olho para trás
E já não consigo me rever
Os bons momentos passados
Olho para a frente
E por mais que tente
O que eu consigo prever
É mais pura escuridão
Tenho medo
Não sei com lidar com a situação
Não sei o que dizer, o que fazer
Tudo o que faça ou diga
Tu censuras
Sinto-me marcada pela caneta vermelha
Com que rasgas o meu coração
Por te estares a tornar noutra pessoa
Por não suportar viver contigo
E eu tentei,
Eu tento ainda
Quantas vezes respiro fundo…
Quantas vezes me calo…
E cada silêncio meu
Perdido em mais um ataque teu
É-me como um estalo
Que me deita ao chão
O chão…
Nem chão tenho
Já não sei onde me amparar
Sou das tuas vítimas preferidas
Eu que sempre estive aqui
Ao pé de ti
Quando te sempre queixaste
De estares sozinha
Mas é assim
Diz que são os mais próximos que mais sofrem
Os outros apenas permanecem
Na ignorância do que eu sofro
Os outros são uns santos sem altar
Eu, nós somos as odes de malfadar
O aglomerado de todos os defeitos
Padecentes dos teus feitos
Quero fugir
Mas não tenho para onde
Quero-me afastar
Preciso de te não ouvir
Preciso da paz que me tiraste
Que me tiras todos os dias
Com todas as tuas manias
De me criticar
Fazes-me sentir que este não é o meu lugar
Marisa V
Um novo ano... uma nova luta...
Faz
a tua vida valer a pena
Escolhe
os teus caminhos,
Luta
pelos teus objectivos
Ignora
o que te faz mal
Centraliza as tuas metas
Idealiza os teus sonhos
Dá mais de ti, a ti mesmo
Ama quem te ama
Dá sentido à tua vida
Escuta teu coração
Supera teus medos
Prioridade é viver
Amando o que se vive,
Remar é lutar, querendo viver
Amando com quem se vive…
Ouve sempre teu coração, aquele que grita a razão…
Nega as tristezas
Ouve as alegrias
Vê outras vidas
Ouve outras histórias
Amanhã pode ser tarde,
Não percas tempo, o tempo voa,
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Maior riqueza ...
Velozmente corro,
Corro rasgando o vento, Na pista da natureza,
Aquela que alimenta meu pensamento,
De pureza…
Meus cabelos esvoaçam,
No meio do verde verdejante,
No campo da simplicidade
Aquele que alimenta meu espírito,
De felicidade…
Minha boca canta,
No meio do barulho dos pássaros,
Na passadeira da cantoria,
Aquela que alimenta meu dia
De alegria…
No meio do verde corro,
No centro do verde canto,
No meio do verdejante sorrio,
No centro do verdejante felicito,
A maior riqueza,
A natureza …
Susana V
Planos
Planos
São miragens no deserto
Do querer
Que nos parecem tão perto
E quando chegamos ao local
Nada existe afinal
O verbo no futuro
Só existe para sonhar
De nada serve programar
O aqui e ali
Com este ou mais alguém
Porque neste peça de final aberto
Sem destino certo
Nada nem ninguém
Nos pode dar convicções
Num deserto fora do mapa
Caminhamos por ilusões
Adormecidos nas miragens do sonhar
Acordados no inferno calor
Da verdade que nos tapa
O ócio de sonhar
E nos faz lembrar
Que nem toda a luz
É o ouro que esperamos
Mas sim um sonho que nos seduz
São miragens no deserto
Do querer
Que nos parecem tão perto
E quando chegamos ao local
Nada existe afinal
O verbo no futuro
Só existe para sonhar
De nada serve programar
O aqui e ali
Com este ou mais alguém
Porque neste peça de final aberto
Sem destino certo
Nada nem ninguém
Nos pode dar convicções
Num deserto fora do mapa
Caminhamos por ilusões
Adormecidos nas miragens do sonhar
Acordados no inferno calor
Da verdade que nos tapa
O ócio de sonhar
E nos faz lembrar
Que nem toda a luz
É o ouro que esperamos
Mas sim um sonho que nos seduz
Marisa V
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Há dias assim...
Há dias assim,
Que não sei o porque,
Nem o porque sim,
De estar assim…
Não sei,
Não sei o que escrever,
Mas quero escrever,
Não sei,
Não sei o que fazer,
Mas algo quero fazer…
Não sei,
Não sei o que criar,
Mas quero alguma coisa dar,
Ao papel, que também não sei,
Há dias assim,
Que quero escrever e não sei,
Outros que sei e não quero escrever...
Há dias assim,
Que não sei o que dizer,
Ao papel que me tende a oferecer,
Seu ouvido para me ouvir…
Há dias assim,
Que não sei o porque,
Nem o porque sim…
Que não sei o porque,
Nem o porque sim,
De estar assim…
Não sei,
Não sei o que escrever,
Mas quero escrever,
Não sei,
Não sei o que fazer,
Mas algo quero fazer…
Não sei,
Não sei o que criar,
Mas quero alguma coisa dar,
Ao papel, que também não sei,
Qual quero marcar…
Há dias assim,
Que quero escrever e não sei,
Outros que sei e não quero escrever...
Há dias assim,
Que não sei o que dizer,
Ao papel que me tende a oferecer,
Seu ouvido para me ouvir…
Há dias assim,
Que não sei o porque,
Nem o porque sim…
Susana V
O meu D. Sebastião
Numa manhã de nevoeiro
Espero à janela por D. Sebastião
Que devia voltar para me salvar
É o que diz a história,
É o que escreveu o poeta,
É o que o passou de geração em geração
Numa manhã enublada
Resta-me a luz da memória
E de uma ou outra canção
Espero à janela por D. Sebastião
Que devia voltar para me salvar
É o que diz a história,
É o que escreveu o poeta,
É o que o passou de geração em geração
Numa manhã enublada
Resta-me a luz da memória
E de uma ou outra canção
De uma manhã de Inverno
Sai uma tarde de Verão
E eu saio porta fora a cantar
Pronta para descobrir o mundo a dançar
Crio o meu próprio D. Sebastião,
É essa a verdadeira salvação.
Marisa V
Sai uma tarde de Verão
E eu saio porta fora a cantar
Pronta para descobrir o mundo a dançar
Crio o meu próprio D. Sebastião,
É essa a verdadeira salvação.
Marisa V
Poeta escondido...
Do texto vulgar escrito,
Sai a mais profunda verdade escrita…
As coisas vulgares da vida,
Cantam a mesma nota,
A nota da espontaneidade,
Ambas fazem o mesmo tom na vida,
De quem as escreve, lê ou fala...
Palavra puxa palavra,
Frase desencadeia frase,
Estrofes atrás de estrofes,
Formam poema escrito,
Pela alma do poeta escondido...
Sai a mais profunda verdade escrita…
As coisas vulgares da vida,
Cantam a mesma nota,
A nota da espontaneidade,
Ambas fazem o mesmo tom na vida,
De quem as escreve, lê ou fala...
Palavra puxa palavra,
Frase desencadeia frase,
Estrofes atrás de estrofes,
Formam poema escrito,
Pela alma do poeta escondido...
Susana V
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